12.8.10
27.1.10
Novo site - Rui Azul
À laia de informação (incluindo um pedido das devidas desculpas por uma certa 'quasi'-propanganda promocional - não sendo esta, no entanto, encarada, na área do show-bizz, como despropositada ou descabida, mas antes como fazendo parte do processo de divulgação artística perfeitamente habitual e recorrente...), aqui fica o link ou hiperligação para um novo site que reúne, pela primeira vez, num só endereço on-line, múltipla documentação multimedia.
Assim, desde ficheiros audio e video, a fotos e recortes de imprensa, é possível ouvir, visionar, ler e obter informação que irá sendo regularmente actualizada, sobre a bio, discografia, críticas e referências, excertos de filmagens de concertos dos diferentes projectos (via youtube), fotografias de músicos e bandas passadas e presentes, desde finais dos anos 70 até à actualidade.
Também parte do trabalho gráfico, seja de ilustração, cartoon, BD ou pintura e desenho, está referenciada e acessível, assim como a possibilidade de comentar, enviar mensagens ou aceder a outras páginas, com outros conteúdos e protagonistas.
Todas as páginas estão equipadas de um leitor audio interactivo, e a animação dos elementos não foi esquecida.
Aguarda-se a vossa visita, para a qual estão desde já convidados.
Do mesmo modo, 'gerência' também agradece, encoraja e valoriza desde já a vossa opinião expressa.
Welcome, have fun & a great time.
http://www.wix.com/RuiAzul/RUI-AZUL



Etiquetas: BD, Blues, cd, crítica, desenhos, fotos, fun stuff, Historia do Jazz, Jam Session, Jazz, news, referências, Ritmos Em Blues, Rui AZUL INDEX, sax, Trabalhadores do Comércio 6 opiniões
12.5.09
Gravações de novo disco de Rui Azul iniciam-se em Julho
Etiquetas: Blues, Cannonball, cd, disco, edição, gravação, Historia do Jazz, Jazz, Mingus, Rui AZUL INDEX, sax, Zawinul 0 opiniões
31.3.07
Rui AZUL INDEX - História do Jazz - próximos concertos
• HOT FIVE - terça, 24 Abril (ou segunda, 30 Abril) 23:45 h - Porto
• HOT FIVE - quinta, 3 Maio (em duo - Alex Rodriguez + Rui Azul)
• CONTAGIARTE - sexta, 4 Maio, 23:30 h - Porto
• QUEIMÓDROMO - espaço CINE-JAZZ - sábado, 5 Maio, depois das 00:00 h - abertura da Queima das Fitas - Porto
Etiquetas: cartaz, Historia do Jazz, Live, Rui AZUL INDEX 4 opiniões
24.2.07
JUZZ'T JAZZ : new jazz page
New Jazz page:
• HISTÓRIA DO JAZZ
• ESTÉTICAS DA IMPROVISAÇÃO
• ESTILOS & TIPOLOGIAS
• ACTOS & FACTOS
• IMAGENS & SONS
• ARTE & SOCIOLOGIA
• IDEIAS, CONCEITOS, DADOS
& INFORMAÇÕES APONTADAS
COMO SENDO APENAS DO FORO DE CONHECIMENTOS ESPECIFICOS PARA MÚSICOS MAS QUE TODOS OS QUE APRECIAM JAZZ, BLUES E TIPOLOGIAS AFINS TAMBÉM DEVERIAM SABER,
ASK QUESTION TALK THINK CONSIDER DOUBT LOOK COMPARE AVALIATE FEELSEE TRY PAINT EXIBIT WRITE DRAW GRIN PHONE SWALLOW SNIF PHOTOFILM SMELL TASTE TOUCH CRY POINTLAUGH EXPOSE LISTEN DREAM EXPLORE JUMP DANCE SWIM DRIVE COOK LICK DIG CHANGE DRINK PLAY EAT WEAR LOVE
Etiquetas: estéticas da improvisação, Historia do Jazz, juzz't jazz 3 opiniões
23.1.07
O Saxofone de Blues, Rhythm' nd Blues & Rock'n Roll (1ª parte)
Até fins da década de 1930, escreve o historiador de jazz Whitney Balliett, "não era fácil aspirar a ser saxofonista profissional…Havia poucas escolhas…acerca da direcção a tomar." A sonoridade do saxofone não seduzira, até então, o público em geral, que a achava agreste e áspera, voltando as suas preferências para o doce clarinete, mais melodioso e romântico. Pelo menos assim tinha sido durante os loucos anos 20, e influentes músicos do "early jazz", como "Rudy" Wiedoeft, ajudaram a popularizar o saxofone usando um sax C-Melody, e só então, pelos finais dos anos 30, é que aquele "novo" instrumento de sopro tinha finalmente caído no gosto generalizado (recordo que o belga Adolphe Sax desenhara-o apenas em 1846, ao contrário do clarinete, que datava da segunda metade do séc 18, e com lugar cativo no seio das orquestras de clássica.)
É então que os seus primeiros "grandes especialistas", como Coleman Hawkins, Lester Young e, mais tarde, Charlie Parker surgem em cena.
Coleman Hawkins, "agressivamente", numa enorme tonalidade gutural, improvisando sobre arpejos de acordes, com uma abordagem rítmica 'quaternária'.
Lester Young navegava numa rota distinta, sem agressividade, de tonalidade suave com notas sustentadas e prolongadas e com uma estética melódica encaixando perfeitamente na "new coolness" de Billie Holiday e do pianista Teddy Wilson, da orq. de Benny Goodman.
Um louvor especial está reservado para Ben Webster (teve como primeiro professor o pai de Lester Young) e a sua grandiosa sonoridade lírica…continha uma aveludada e envolvente qualidade, que nos tocava emocionalmente, de uma forma que Hawkins e Young, apesar da sua genialidade, raramente logravam alcançar.
Charlie Parker simplesmente "explodiu", desencadeando arpeggios passionalmente a ritmos alucinantes, repletas de "avalanches de semi-colcheias".
Cada um desses músicos irá influenciar as gerações seguintes de saxofonistas que, nos 40's e 50's, irão modificar o mundo da música para sempre. A abordagem de Coleman Hawkins ajudou a desenvolver os timbres sonoros e discursos de Lee Allen e Red Prysock;
King Curtis e Illinois Jacquet, evidenciavam o sentido rítmico de Lester Young;
Joe Houston definiu Charlie Parker como pricipal fonte, enquanto Jimmy Forrest nutria uma notável admiração por Ben Webster.
O denominador comum a todos eles era - BLUES.
«Os blues não começaram no Norte…mas sim no Sul e tiveram origem em situações de opressão e sofrimento, devendo-se à solidez de carácter do povo que o expressou performaticamente e o tocou e transformou naquilo que ele é actualmente.» - Joe Louis Walker.
Muitos saxofonistas de jazz foram, e são, grandes blues men, como por examplo: Johnny Hodges, Hank Crawford, Stanley Turrentine, Gene Ammons, Al Sears, David "Fathead" Newman, Dexter Gordon, Charlie Parker, Eddie Cleanhead Vinson, ou Cannonball Adderley.
Mesmo em saxofonistas que endereçaríamos para estilos dissemelhantes, como os casos de Stan Getz, Archie Shepp ou Paul Desmond, não é raro encontrar Blues inseridos em discos seus, ou serem incluídos entre os temas tocados em concertos ao vivo.
Uma destaque especial deve assinalar Sidney Bechet, um pioneiro importante do saxofone de jazz, descrito por Duke Ellington como "o verdadeiro epostulado do jazz". Os blues de Bechet exalavam uma atitude sonora, em temas como 'Blue Horizon', que constituíu uma influência procriadora em diversos instrumentistas, com destaque para Johnny Hodges.
Os estilos de Blues evoluíram e modificaram-se através dos anos, mas estruturando-se invariavelmente sobre o 'velho' blues standard de 12 compassos, que remonta ao início do séc. 20 (passe o exagero comparativo, um pouco tipo o que aconteceu com o automóvel, que desde o Ford T tem vindo a metamorfosear-se, embora mantenha um chassis, 4 rodados e 1 volante).
À medida que os músicos foram fazendo experiências, após a 2ª Guerra Mundial, e durante os anos 50, os blues adquirem características regionalizadas, afastando-se das raízes acústicas tradicionais enunciadas por músicos como Robert Johnson e Son House.
O Texas Blues tornou-se baseado nos sopros e metais. Em Chicago, o blues "urbanizou-se", com um incremento dramático na sua popularidade, à medida que músicos como Muddy Waters incorporaram as guitarras eléctricas e a harmónica.
Contudo, o destino havia reservado uma posição assinalável para os estilos de saxofone da costa leste, o Swing Blues e o Jump Blues.
O dia 26 de Maio de 1942 revelar-se-ia um ponto de viragem. Durante uma sessão de gravação para a Decca records, o saxofonista tenor Illinois Jacquet deu passos inovadores e acendeu o rastilho que desencadeará e alimentará uma verdadeira revolução, com o seu embrionário e apelativo solo de 64 compassos no tema 'Flying Home', de Lionel Hampton. Enquanto esse solo ateou a faísca, foi a "incrível e uivante" performance de Illinois Jacquet no "Jazz At The Philharmonic Concert" de 1944 que incendiou a criatividade de uma inconformista geração de saxofonistas que estiveram na base geradora de uma música inquieta, frenética e alucinante, dirigida pelo sax, (que expunha e assumia a liderança, conduzindo toda a banda ao clímax) e que veio a ser apelidada de "Rock n' Roll".
=== alguns exemplos audio de extractos de King Curtis e Junior Walker ==
Artistas do Swing Blues, como Louis Jordan (uma inspiração nuclear para Sonny Rollins, entre vários outros) tomavam de assalto as tabelas de vendas e de audições com canções como 'Caledonia' e 'Choo Choo Boogie'. em 1947, o hit explosivo 'Good Rockin' Tonight' de Wynonie Harris (com Hal Singer em sax tenor), lançou um som "rocking" nos blues (apresentando um acompanhamentorítmico com palmas, criando um ritmo "rockeiro", recorrendo a uma das características intrínsecas da música gospel e dos espirituais), é agora reconhecido como tendo sido o seio gerador do Rock n' Roll. Em seguida, o sax tenor Wild Bill Moore lançou "We're Gonna Rock" and "Rock and Roll".
Arnett Cobb foi entitulado de "Wild Man of the Tenor Sax", com singles como "Dutch Kitchen Bounce", e brilhantes saxofonistas de Jump Blues como Big Jay McNeely e "Mighty" Joe Houston, bem inclinados para trás ou mesmo de costas assentes sobre o palco, banhados por projectores intermitentes e strob-lights, conduziram plateias deliciadas até transes e delírios frenéticos com solos explosivos, fazendo irromper roncos, uivos e gritos sibilantes dos seus cintilantes 'horns'.
«Para mim isso não existe, distinção entre música negra e música branca. Se escrevermos notas num papel, o que é que obtemos de uma nota musical? Obtemos negro e obtemos branco . Por isso, a música mais fantástica de sempre que alguma vez o mundo inteiro ouviu ou conheceu, é feita por músicos negros e por músicos brancos, em conjunto, e são os blues. O Blues nasceu negro, mas agora já não. O Blues pertence ao Mundo! Blues music faz parte de todos, actualmente, é universal. É uma parte da nossa alma. Aprendendo, estudando e descobrindo o que é a Música, apercebemo-nos então que é algo que está profundamente inserida em nós, é pelo menos isso. Chamamos-lhe Blues, e está no cerne e na origem de toda a Música.» - Rufus Thomas
(fim da 1ª parte)
Rui Azul 
Etiquetas: audio, fotos, Historia do Jazz, sax 209 opiniões
12.3.06
4 supreme saxmen
Também não poderia deixar de mencionar as importantes e fulcrais fontes onde fui "beber" para crescer, "à bout de souffle"...
Da esq. p/ a dir: Bean, mais conhecido por Coleman Hawkins (reconhecem o jovem trompetista, atrás dele, na época com 18 anitos? Acabara de sair da Julliard, para se juntar aos seus ídolos, Bird & Diz!...); depois Newk, com corte à Taxi Driver, o colosso jamaicano, vulgo Sonny Rollins; Rahasan Roland Kirk, secção de sopros in one man (alternava por vezes para a flauta transversal, soprando-a pelo... nariz!... não, não estou no gozo, é mesmo verdade!) ; por último, herdeiro de Mingus, fundador da Dinasty, o inesquecível George Adams, que tive o prazer de conhecer pessoalmente e conviver durante uma série de noites (em 1980) no club B14 Jazz, em Roterdão, no qual eu tocava na Houseband (banda residente do clube), para além de ter desempenhado outras funções, como cozinheiro, pintor de murais/decorador e técnico de som, além de tocar sax na rua, durante o dia... (sabem como é que são os portugueses, a trabalhar no estrangeiro, e ainda por cima ainda não havíamos ingressado na CEE, na época... ia-me desenrascando como podia. Eu queria era estar por dentro da... jazz scene, you know, man, dig it? )
Etiquetas: fotos, Historia do Jazz, sax 2 opiniões
25.2.06
4.2.06
Jazz History Map
Para lerem melhor os períodos, cliquem na imagem.
Fiz este mapa cronológico baseado nas minhas pesquisas. É mais fácil ficarmos
com uma ideia mais precisa, ao visualisarmos um gráfico, em vez de um texto.
Etiquetas: Historia do Jazz 4 opiniões




